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“A saúde está muito precária. Eu preciso de material para curativo e, quando vou ao posto, nunca tem tudo. Às vezes consigo só a metade e tenho que comprar o restante”, afirmou.

Rita Maria disse ainda que não está trabalhando no momento e depende da ajuda de familiares para adquirir os insumos necessários. “Meu marido e meu filho me ajudam quando podem, mas tem gente que não tem condições nenhuma de comprar”, destacou.
A moradora informou que busca atendimento em uma unidade de saúde localizada próxima à sua residência, na região do conjunto. No entanto, segundo ela, a falta de materiais é recorrente e não há possibilidade de retirada em outras unidades.
“Disseram que só pode pegar no posto do bairro. Se não tiver, a gente fica sem”, relatou.

A recicladora também fez um apelo às autoridades municipais, em especial à Secretaria de Saúde, para que reforcem o abastecimento nas unidades básicas. “Peço mais atenção para quem precisa e não tem condições de comprar. Não é só comigo, muitas pessoas estão passando pela mesma situação”, concluiu.
Até o momento, a Secretaria Municipal de Saúde não se pronunciou sobre as denúncias.
Reportagem: Sotero Filho e Messias Teles – Casos de Polícia FSA
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